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Os desafios da Sucessão Patrimonial

Reorganização Societária, Proteção Patrimonial e Holding.

Publicado no dia: 04/09/2019
No Brasil, 90% das empresas são familiares. No entanto, apenas 4% conseguem ultrapassar os 100 anos. 70% dos negócios desaparecem com o falecimento do fundador e apenas entre 10% e 15% das empresas familiares conseguem chegar à terceira geração.

O fracasso, muitas vezes, está relacionado à sucessão do negócio. A falta de herdeiros ou os conflitos na hora da transição podem levar as empresas ao naufrágio. Para evitar a falência, é necessária a contratação de uma consultoria especializada em Reorganização Societária, Proteção e Sucessão Patrimonial e Holding Familiar.

Existem duas vertentes que podem ser aplicadas no processo de sucessão: a familiar, cujaa transferência dos cargos de comando é realizada entre membros da própria família, e a sucessão profissional, na qual executivos contratados passam a ocupar cargos diretivos da empresa familiar e os representantes da família participam em conselho.

As duas modalidades têm vantagens e desvantagens. Na sucessão profissional é maior a facilidade de recrutamento de dirigentes com experiência de mercado e perfil para o negócio, além de flexibilidade para alterar os executivos. As mudanças e os resultados costumam a aparecer mais rápido. Em contrapartida, são maiores as chances de perder executivos. O poder sobre o sucessor executivo é menor e a empresa incorpora estilos e filosofias diferentes daquelas implantadas pelo fundador. Na sucessão familiar, o treinamento é mais intenso e existe maior poder de comando sobre o sucessor, que tem seu perfil e características bem conhecidas. A empresa continua mantendo o espírito familiar. As desvantagens são as disputas de poder e conflitos, a dificuldade em demitir o sucessor, de realizar parcerias e abrir sociedade. Qualquer uma das escolhas, exige um planejamento sucessório para garantir o sucesso da transição.

Um dos maiores erros da empresa familiar é se preocupar com a sucessão apenas quando o dirigente atual não tem mais condições de exercer o cargo. Nas transições repentinas, são mais comuns desgastes pessoais. Além disso, os conflitos na hora de receber o poder podem deixar alguns herdeiros desmotivados, que acabam adotando a postura do ?não me importo? com a continuidade do negócio. Em outros casos, os novos dirigentes se acomodam com o sucesso do passado e não modernizam a empresa, outro fator que desencadeia o processo de falência. Consultorias especializadas são imprescindíveis nestes momentos, pois detém as expertises necessárias para a construção de um plano estratégico de sucessão, apresentam formação sólida nas áreas de finanças e gestão tributária, na execução de proteção patrimonial e estruturação de holding de participações, sempre de acordo com as previsões legais.


Fonte: Incorporativa. "Passando o bastão: os desafios da sucessão familiar". CC BY-SA 3.0 | resultaconsultoria

 
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